quarta-feira, 16 de novembro de 2011

escrever é como


ter o mundo nas mãos. É falar para todos o que ninguém quer ouvir quando você quer falar no "cara a cara".
É poder falar sem medo do que vão dizer.
Você abre a janela do texto e deixa que as suas mãos e o seu pensamento vão fluindo juntos. Paralelos, e em parceria. É uma coisa sem explicação. O jeito em que as palavras se unem e formam coisas que a tua boca não tem coragem de dizer. Não tem como descrever.

De repente você tem o mundo em suas mãos e é só descreve-lo de uma forma simples, de uma forma em que todos que irão ler vão entender ou não o que você quer dizer. Não importa.
Escrevendo, muita coisa ruim sai de você sem você ao menos perceber. Você coloca pra fora o que estava trancado e preso a sete chaves em seu coração. Escrevendo, você aprende que para alguma coisa você foi útil. Porque você sabe que alguém, ao menos uma vez, irá ler clicar naquele link e abrir esta janela para ler e se identificar com o que saiu de suas mãos. E isso é mais do que prazeroso pra quem escreve.
Além do fato de tirar de ti o que te incomoda apenas escrevendo, é bom saber que tem pessoas que passam por aqui e se identificam com o pouco que escrevo. É bom saber que não estou publicando tão a toa assim.
Faz bem. Exercita os músculos. O pensamento. A alma. A sua capacidade de criar.

Ainda me perco em palavras, em acordos. Mas enquanto estiverem entendendo o que eu estou querendo passar por aqui, então eu acho que estou no caminho certo. E quanto mais eu escrevo, quanto mais eu publico. Mais cresço. Mais aprendo.
E é assim. Acabo mais um texto que pra muitos será inútil, mas que pra mim fez toda a diferença...




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